Johannes Janzen


  S E X T A - F E I R A ,   8   D E   J U L H O   D E   2 0 1 6




Em 2013/14 passei um ano na região de Boston para realizar o meu pós-doutorado. Boston é conhecida por ser a região do saber. É lá que estão várias das melhores universidades do mundo. A vizinha do MIT, universidade onde realizei minhas pesquisas, é a famosa universidade de Harvard. 8 presidentes dos Estados Unidos e cerca de 150 ganhadores de Prêmios Nobel passaram por Harvard, a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos. Chegamos a visitar Harvard algumas vezes. Nós costumávamos entrar na parte histórica da universidade através do Portão Johnston. Antes de entrarmos pela primeira vez por esse portão, me chamou atenção uma placa que estava junto à entrada com as seguintes palavras:

“Depois que Deus nos conduziu sãos e salvos para Nova Inglaterra, e construímos nossas casas e asseguramos o necessário para nossos meios de subsistência, edificamos locais convenientes para o culto de Deus e estabelecemos nosso governo civil: Depois disso, uma das coisas que mais ambicionávamos era incentivar o ensino e perpetuá-lo para a posteridade; temendo deixar um clero ignorante para as igrejas, quando nossos atuais ministros repousarem no pó”.



Quem escreveu essas palavras? Os puritanos. Apenas seis anos depois dos puritanos chegarem à Nova Inglaterra, os Estados Unidos, vindos da “Antiga Inglaterra”, eles já começaram a tirar dinheiro do bolso para a fundação de Harvard. Harvard foi mantida durante seus primeiros anos parcialmente pelo sacrifício de fazendeiros cristãos. Segundo essa placa, Harvard foi criada para que os cristãos não permanecessem na ignorância, porque para os puritanos “onde reina a ignorância aí reina o pecado”.

Mas havia uma outra razão para a criação de Harvard. Dessa razão eu me lembrei, somente alguns passos após o famoso portão Johnston, quando estávamos dentro de um parque recheado de cadeiras coloridas de jardim. Ali nos sentamos para fazer um piquenique. Ao redor do parque existem diversos prédios de tijolos vermelhos. O verde da grama e das árvores dá um belo contraste com o vermelho dos prédios. Alguns desses prédios são dormitórios para os alunos e obviamente os dormitórios possuem regras. Algumas dessas regras nos foram fornecidas por uma aluna que voluntariamente fornecia informações acerca da universidade. Ao ela mencionar as regras atuais, me lembrei do manual de “regras e preceitos” de Harvard de 1646. Dentre as “regras e preceitos”, lia-se o seguinte: “Que todo estudante seja claramente instruído e seriamente forçado a considerar bem que o principal fim da sua vida e de seus estudos é conhecer Deus...” Os puritanos sabiam para quê era a educação. O objetivo da educação é que os alunos conhecessem a Deus, e que a partir deste conhecimento os alunos amassem a Deus, imitassem a Deus e fossem como Deus. Portanto, o propósito da educação puritana era sagrado. Não havia separação entre o sagrado e o secular. Os estudantes de Harvard não apenas aprendiam a ler a Bíblia nas línguas originais e a expor a teologia, mas também estudavam matemática, astronomia, física, botânica, química, filosofia, poesia, história e medicina, sob uma visão cristã para que conhecessem melhor a Deus. Depois de alguns anos Harvard se tornou a melhor universidade do mundo. Tá certo que hoje Harvard é secular, mas as bases foram cristãs. Foi quando o Cristianismo foi integrado à educação que o Cristianismo criou a melhor universidade do mundo. Sempre que os cristãos foram íntegros, isto é, sem divisão entre o sagrado e o secular, eles tiveram um grande impacto na cultura. Nós precisamos de volta isso... Essa inteireza, completude, integridade.


  Palavras-chave: Harvard, Johannes Janzen, integridade, puritanos, MIT, cristianismo, Universidade de Harvard

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LEGADO DE VIDA PLENA
É PRECISO SABER INTERPRETAR AS PARÁBOLAS

"Se não entendermos o significado moral ou espiritual da parábola, ela não passa de uma simples história com um conteúdo banal. A letra mata, o espírito vivifica, é o que alertam Jesus (Jo 6:63) e Paulo (2Cor 3:6). Vinícius compara a parábola com um fruto, do qual é preciso retirar a casca para saborearmos e nos alimentarmos com o sumo ou polpa.

Muitas pessoas não aprenderam a interpretar as parábolas evangélicas. No tempo de Jesus, isso também acontecia, o que levou os discípulos a perguntarem:

"— Mestre, por que lhes falas por parábolas?

— Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado. Porque àquele que tem, se dará e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado" (Mt 13:10-17)


Jesus sabia que a maioria das pessoas o procuravam apenas para ver fenômenos e receber curas, mas não se interessavam pela mensagem espiritual. Falando em parábolas, ele ministrava a todos o ensino mas não o banalizava, pois a pessoa tinha de ouvir com atenção e pensar a respeito para captar o sentido da mensagem e fixá-la na memória. Quem tivesse condições para isso, aprendia e se enriquecia espiritualmente. Quem não quisesse se esforçar, perdia a oportunidade de aprender.

Os discípulos e apóstolos às vezes também não entendiam o significado de alguma parábola. Mas estavam dispostos a aprender, haviam renunciado a muita coisa para seguir a Jesus e precisavam saber para dar continuidade à pregação do Evangelho no mundo. Por isso, Jesus explicava a eles, em particular, o que não houvessem entendido.
A interpretação das parábolas exige um estudo muito cuidadoso das circunstâncias em que foram proferidas e da doutrina, ou argumentos que elas tinham em vista. Feito isso, logo se descobre a sua aplicação universal, adaptada em todas as circunstâncias análogas e em todos os tempos.

Convém, ainda, conhecer um pouco os usos e costumes do povo hebreu para melhor compreender algumas figuras empregadas por Jesus em suas parábolas.

O Espiritismo não somente relembra as parábolas evangélicas. Com os novos ensinos espirituais que traz, ajuda-nos a entender o significado delas e a retirar do simbolismo a mensagem cristã, a fim de que por ela pautemos as nossas ações."

Fonte:
OLIVEIRA, Therezinha. Estudos Espíritas do Evangelho. CEAK.
Compartilhado para fins de estudo espírita.
« Última modificação: Ontem às 16:46 by Edna☼ »

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-evangelho-segundo-o-espiritismo/parabolas-55726/#ixzz4W7OQ5Oyo

EXEMPLO CABAL

(JR.50.46) – AO ESTRONDO DA TOMADA DE BABILÔNIA, ESTREMECEU A TERRA; E O GRITO SE OUVIU ENTRE AS NAÇÕES:
(São 72 letras e 4 sinais que gritam entre os Seres que já estão despertos):
DEUS TESTOU A GENTE NA VIDA ETERNA DE SÁBIO, E EU TESTO O CORAÇÃO SEM AMOR: ARNALDO RIBEIRO.


(LC.20.17) QUE QUER DIZER, POIS, O QUE ESTÁ ESCRITO? (AP.21.6) Tudo está feito: (JB.8.32) CONHECEREIS A VERDADE, E A VERDADE VOS LIBERTARÁ; (EZ.12.24) porque já não haverá visão falsa nenhuma, nem adivinhação lisonjeira no meio da casa de Israel: (JÓ.5.4) Os seus filhos estão longe do socorro, são espezinhados às portas, e não há quem os livre; (SL.78.22) porque não crerão em Deus, nem confiaram na sua salvação:
(CR.11.30) Eis a razão porque há entre vós muitos fracos e doentes, e não poucos que ainda dormem: (MT.723) Então, lhes direi explicitamente:

Agora, a responsabilidade e a culpa do sangue inocente que continua sendo derramado no mundo, recai sobre o EGOISMO da mídia brasileira, pela ignorância dos responsáveis pelos meios de comunicação, que teimam em esconder da população a Augusta Presença de Jesus Cristo entre nós, e o estabelecimento do Reino dos Céus. Contudo, eles já têm consciência do mal que perpetuam, e sabem que já começaram a pagar inexoravelmente por isto.

(MT.23.13) Ai de vos, escribas e fariseus hipócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens, , pois vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando! (PV.1.22) Até quando, ó néscios, amareis a necedade? E vos, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, loucos, rejeitareis o conhecimento? (MT.23.33) Serpentes, raça de víboras, como escapareis da condenação do inferno?








Enviado por: arnaldo ribeiro ou israel  |  Data: Sex, 24/03/2017 às 14h33   

LEGADO DE VIDA PLENA
BÍBLIA: O LIVRO DO QUAL NADA SE SABE
Título provocatório? Nem pensar.
O seguinte artigo é parte duma conferência de Mauro Biglino que, como sabemos, é um académico especializado na tradução do antigo hebraico. Sabemos também como o termo Elohim (que na Bíblia é utilizado para indicar "Deus") seja na verdade um pronome substantivo singular ou plural, dependendo o sentido do verbo e/ou do adjectivo que seguem.

Mas vamos além disso.
É possível escrever um livro de receitas para fazer o pão, livro no qual não existem os termos "Farinha", "Água" e "Amassar"? Complicado, não é? A resposta é "Não", não podemos escrever um livro de receitas de pão sem utilizar aqueles termos. Mas isso é exactamente o que acontece no Antigo Testamento (de seguida: A.T.).

O idioma no qual foi escrito o A.T. não tem o termo "Deus". Não tem o termo "Eternidade". Não tem o verbo "Criar". Este é o dado do qual partimos. E visto que não é possível escrever um livro nestas condições, a lógica consequência é que a Bíblia não fala de Deus. Pronto, seria possível acabar aqui porque no antigo hebraico não existem os termos Deus, Eternidade ou Criação: portanto é impossível que a Bíblia fale de Deus.

Mas vamos fazer um esforço: se os termos citados não existem, como é que a Bíblia sempre foi considerada qual livro sagrado, inspirado directamente por Deus? A resposta é: fantasia teológica. Com a Bíblia podemos só "fazer de conta que...".

“Deus"
Na Bíblia original o termo "Deus" não existe. Não é uma afirmação feita por um possuído, é a afirmação da exegese hebraica (exegese, em âmbito filológico, é uma explicação ou interpretação crítica de um texto, particularmente de um texto religioso): no antigo hebraico não existe um único termo que signifique ou exprima o conceito de "Deus". Se num idioma não existe o termo "Deus" é porque não existe o conceito de Deus: cada palavra é a elaboração dum conceito pré-existente. Nada de palavra "Deus"? = Nada de conceito de Deus. E vice-versa. Muito simples. Esta não é uma questão de interpretação, este é um facto, perguntem a qualquer linguista.

"Eternidade"
Peguem num qualquer dicionário de hebraico e aramaico bíblicos, como por exemplo aquele da Sociedade Bíblica Britânica (página 304) e procurem o termo olam, que na Bíblia é sempre traduzido como "Eternidade": no referido dicionário, a primeira coisa escrita é "Não traduzir como eternidade". Olam é um tempo "muito comprido" mas não eterno. Por qual razão a Bíblia traduz sempre olam com "eternidade"?

"Criação"
É possível encontrar em rede estudos conceituados no qual é afirmado que na Bíblia não existe nenhum Deus criador. A razão? Bara, termo do antigo hebraico que a Bíblia traduz como "criação", indica mais simplesmente "intervir numa situação já existente para modifica-la". Procurem o rabino Edward Greenstein, Professor Bíblico na Universidade de Tel Aviv, na Universidade Bar-Ilan e na Jewish Publications Society de New York (onde são admitidos só rabinos, sendo a instituição o topo mundial das publicações de estudos teológicos hebraicos): Greenstein escreve que "a história do primeiro capítulo da Génesis é na realidade uma sucessão de divisões". A Génesis não fala de "criação" mas de "divisões" operadas pelos tais Elohim com o fim de tornar uma situação preexistente algo mais idóneo do ponto de vista das suas necessidades. Nenhum filólogo traduz bara com "criar": essa é uma tradução sucessiva, introduzida por necessidades teológicas.

Resumindo: na Bíblia não há o conceito de Deus, falta o conceito de Eternidade e nunca se fala duma Criação. O A.T. não fala da origem do Universo, não fala dum Deus criador, nem fala dum Deus.
Este é um facto.
Quem escreveu a Bíblia?

O Profeta Isaías
A Bíblia é um livro (melhor: um conjunto de livros) do qual sabemos praticamente nada. Os autores?

Foram dezenas de indivíduos dos quais, outra vez, nada sabemos. Alguém, numa determinada altura, decidiu reunir uma série de escritos e tradições orais para criar o cânone bíblico, o conjunto de 46 livros considerados pela Igreja Católica como verdadeiros.

Os Protestantes têm 39 livros "verdadeiros". Os hebraicos têm também 39 livros. Os cristãos coptas têm 39 livros (que são os mesmos dos hebraicos) mais outros que não são considerados "verdadeiros" nem pelos hebraicos nem pelos outros cristãos. Os Samaritanos têm 6 livros "verdadeiros", os outros são considerados como falsos.

Na prática, os livros "verdadeiros" dependem do lugar onde nascemos.

Mas voltemos aos autores. Os primeiros 5 livros que formam o Pentateuco, tradicionalmente atribuídos à Moisés, foram escritos depois do exílio babilonês, portanto no V século a.C.. Isso significa, no mínimo, 7 séculos depois de Moisés. 700 anos. Imaginem escrever hoje um livro acerca de vida e obras dum indivíduo que viveu na altura em que a América nem tinha sido descoberta pelos Europeus.

E mais: no tempo de Moisés o idioma hebraico não existia. A primeira prova da língua hebraica antiga é do X século a.C. e é composta por um alfabeto proto-hebraico encontrado no sitio de Tel Satia. Ou seja: pelo menos 300 anos depois de Moisés.
Mesmo assim, vamos tentar perceber algo acerca dos autores da Bíblia.
Pegamos no Livro de Isaías, o maior dos Profetas do A.T..

O livro de Isaias é composto por 66 capítulos dos quais os primeiros 39 são atribuídos a Isaías "porque não temos razões sérias para nega-lo" (ver estudos do Prof. Penna, consultor do Pontifício Conselho Bíblico do Vaticano). Ou seja: não sabemos se foram verdadeiramente escritos por Isaías, simplesmente não temos motivos suficientes para provar o contrário. O que é diferente. Mas estes são os primeiros 39 capítulos: e os outros?

Os capítulos desde o 40 até o 55 foram escritos por um indivíduo chamado Deutero-Isaías. Deutero em grego significa "segundo", portanto o Segundo Isaías. Pormenor: o Segundo Isaías escreveu 200 anos após o primeiro. Os capítulos desde o 56 até o 66 foram escritos pelo Terceiro Isaías, que viveu algumas décadas após do Deutero-Isaías. Portanto, na melhor das hipóteses, o Livro de Isaías foi escrito num período de 250 anos.

Três pessoas escreveram o Livro de Isaías? Não. Os estudos do citado Prof. Penna, que reconhecem os primeiros 39 capítulos como de autoria do primeiro Isaías, admitem todavia que os entre o 10 e o 23 não foram escritos por ele.

É como se eu hoje decidisse acabar um livro iniciado em 1765, afirmando ser obra dum tal Max 1º mais a participação de outro ou outros autores desconhecidos; continuado em 1965 por um alegado Max 2º; acabado hoje, em 2015, por mim, que declaro a obra "autêntica" e "inspirada por Deus" (mas não posso utilizar o termo "Deus" porque não tenho este conceito). Alguém poderia duvidar das minhas afirmações.
Mesmo assim, vamos tentar perceber algo acerca dos autores da Bíblia.
Pegamos no Livro de Isaías, o maior dos Profetas do A.T..

O livro de Isaias é composto por 66 capítulos dos quais os primeiros 39 são atribuídos a Isaías "porque não temos razões sérias para nega-lo" (ver estudos do Prof. Penna, consultor do Pontifício Conselho Bíblico do Vaticano). Ou seja: não sabemos se foram verdadeiramente escritos por Isaías, simplesmente não temos motivos suficientes para provar o contrário. O que é diferente. Mas estes são os primeiros 39 capítulos: e os outros?

Os capítulos desde o 40 até o 55 foram escritos por um indivíduo chamado Deutero-Isaías. Deutero em grego significa "segundo", portanto o Segundo Isaías. Pormenor: o Segundo Isaías escreveu 200 anos após o primeiro. Os capítulos desde o 56 até o 66 foram escritos pelo Terceiro Isaías, que viveu algumas décadas após do Deutero-Isaías. Portanto, na melhor das hipóteses, o Livro de Isaías foi escrito num período de 250 anos.

Três pessoas escreveram o Livro de Isaías? Não. Os estudos do citado Prof. Penna, que reconhecem os primeiros 39 capítulos como de autoria do primeiro Isaías, admitem todavia que os entre o 10 e o 23 não foram escritos por ele.

É com se eu hoje decidisse acabar um livro iniciado em 1765, afirmando ser obra dum tal Max 1º mais a participação de outro ou outros autores desconhecidos; continuado em 1965 por um alegado Max 2º; acabado hoje, em 2015, por mim, que declaro a obra "autêntica" e "inspirada por Deus" (mas não posso utilizar o termo "Deus" porque não tenho este conceito). Alguém poderia duvidar das minhas afirmações?
Qual Bíblia?


A Torah

Acabou? Nem por isso.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/paginas-de-internet-espiritas/biblia-o-livro-do-qual-nada-se-sabe/#ixzz3umCOTq7q






Enviado por: arnaldo ribeiro ou israel  |  Data: Sex, 24/03/2017 às 14h31   

Suprema Corte dos EUA fez dos valores judaico e cristãos, uma perdição!
Ser cristão em países onde não tem lei que a o protege é difícil! Mais nos que tem leis e não se cumprem O que esta escrito na constituinte se torna muito pior; começando Principalmente com os nossos governadores que dão o pior de todos testemunho abandonando nossos valores e nossa fé, onde tudo é permitido-roubo estupro, enfim tudo vai contra os bons costumes os quais são contrário aos nossos valores passado de nossos avós, e de nosso Criador Deus***

Enviado por: Luiz Antônio Faria  |  Data: Dom, 10/07/2016 às 19h52   




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   Sobre mim
   Johannes G. Janzen é professor de engenharia na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Possui doutorado em Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo com período sanduíche na Universidade de Karlsruhe, Alemanha. Tem experiência na área de Engenharia Civil e Ambiental com ênfase em Fenômenos de transporte e Hidráulica.

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