Johannes Janzen


  S E G U N D A - F E I R A ,   1 1   D E   M A R Ç O   D E   2 0 1 3


Por Charles C. W. Cooke, editor associado da National Review
Tradução por Felipe Melo, editor do blog da Juventude Conservadora da UnB


Mark Regnerus



Em seu novo estudo publicado pela Social Science Journal, Mark Regnerus faz uma pergunta: “Quão diferentes são os adultos criados por pais que possuem relacionamentos homossexuais?” A resposta para isso – tanto na literatura acadêmica quanto no imaginário do público americano – mudou dramaticamente em menos de uma geração. “Quinze anos atrás”, explicou Regnerus em um evento no neutro Institute for American Values, famílias biológicas heterossexuais eram “consideradas reflexivamente como o melhor ambiente para crianças”. Subsequentemente, isso deu lugar para a noção de que não havia “nenhuma diferença significativa” na criação de crianças em arranjos familiares não-tradicionais. Finalmente, sugeriu-se que crianças “podem se sair melhor sendo criadas por um casal gay”.

Ainda que haja pouquíssimas evidências que dão suporte a essa conclusão, defensores do casamento homossexual e da adoção gay declararam que a ciência já o provou. Talvez a mais famosa dessas declarações é um artigo de 2010, escrito pelos cientistas sociais Judith Stacey e Timothy Biblarz, que propalou que “baseado estritamente em publicações científicas, pode-se argumentar que duas mulheres criam uma criança melhor do que uma mulher e um homem, ou pelo menos uma mulher e um homem com uma divisão tradicional de papéis familiares”. Esse argumento – de que pais homossexuais são iguais ou melhores do que as estruturas familiares tradicionais – encontrou seu caminho em nosso diálogo acadêmico, legal e cultural, e raramente é questionado. Daí a declaração da Nona Corte de Apelação: “Crianças educadas por pais gays ou lésbicas podem ser tão saudáveis, bem-sucedidas e bem-ajustadas quanto crianças educadas por pais heterossexuais. Pesquisas que apontam para essa conclusão são indubitavelmente aceitas no campo da psicologia do desenvolvimento.”

O estudo de Regnerus foi desenvolvido para reexaminar essa questão – uma tarefa difícil, para dizer o mínimo – ao expandir a amostragem analisada e aprimorar a metodologia das pesquisas anteriores. O Censo dos EUA, por exemplo, coleta uma porção de informações úteis, mas, por não conter questões sobre orientação sexual, muito de sua contribuição ao assunto deve ser inferido. Da mesma forma, muitos estudos acadêmicos que utilizam a “técnica bola-de-neve” de amostragens pequenas – um processo no qual os sujeitos que participam do estudo recrutam pessoas conhecidas para participarem dele – podem ser confusos. Um desses estudos, abordado no artigo de Regnerus, analisou mulheres que leem jornais e frequentavam livrarias e eventos lésbicos; o problema com essa abordagem popular é que ela restringe a amostragem aos mais educados, ricos e socialmente similares, resultando em uma compreensão limitada. Estudos assim pulularam nos últimos anos.

Em busca de suas respostas, Regnerus entrevistou 15.088 pessoas. Destas, os pesquisadores encontraram 175 pessoas que foram criadas por mães que estavam em um relacionamento lésbico, e 73 pessoas que foram criadas por pais que tiveram relacionamentos gays – ainda assim, um grupo relativamente pequeno.

A primeira coisa que Regnerus descobriu foi que residências gays com crianças são localizadas nas mesmas áreas geográficas que os lares de casais heterossexuais com crianças. Ao contrário do que se pensa, não há concentração real de crianças onde gays vivem em massa. Por exemplo, como há poucas crianças nas residências de San Francisco, há também poucas crianças vivendo com gays em San Francisco. De fato, a Georgia é o estado com mais crianças vivendo com casais do mesmo sexo. Apesar da fama de serem menos amigos dos gays, os estados do Meio-Oeste americano estão bem representados na medição demográfica de casais gays com crianças. E, fazendo jus à tendência geral, casais gays latinos têm mais crianças do que casais gays brancos.

Regnerus descobriu que as crianças do estudo raramente passaram suas infâncias inteiras nas casas de seus pais gays e seus parceiros. Apenas dois dos 175 sujeitos que declararam ter a mãe em um relacionamento lésbico passaram toda a sua infância com o casal, e nenhuma criança estudada passou toda sua infância com dois homens gays. Os números também caem bastante quanto ao tempo decorrido: por exemplo, 57% das crianças passaram mais do que 4 meses com mães lésbicas, mas apenas 23% passaram mais de 3 anos com elas. Isso é muito interessante, mas tem implicações sérias para o estudo – implicações sobre as quais voltarei a falar depois.

Por último, Mark Regnerus buscou responder se as crianças com pais em relacionamentos homossexuais experimentaram desvantagens quando comparadas com crianças criadas por seus pais biológicos. A resposta, contra o zeitgeist, parece ser um retumbante sim. Crianças com pais em relacionamentos homossexuais possuem baixo desempenho em quase todos os quesitos. Algumas dessas diferenças podem ser relativamente inofensivas – como em que presidente votaram na última eleição, por exemplo –, mas a maioria não é. Um déficit é particularmente preocupante: menos de 2% das crianças de famílias biológicas intactas sofreram algum tipo de abuso sexual, mas o número correspondente às crianças de casais homossexuais é de 23%. Igualmente perturbador é que 14% das crianças de casais homossexuais passaram algum tempo em abrigos temporários, comparado com 2% do total da população americana. Índices de prisão, contato com drogas e desemprego são bem maiores dentre filhos de casais homossexuais.

O que podemos concluir disso? Bom, é aqui que a coisa se complica. Comparar filhos de pais homossexuais com o “padrão-ouro” – ou seja, pais biológicos que permaneceram casados – é problemático. Dado como o estudo foi feito, alguém poderia perguntar justamente se a questão não é tanto a comparação entre criação homossexual e criação heterossexual, mas entre instabilidade e estabilidade na infância. Por definição, qualquer filho de duas pessoas do mesmo sexo sentirá falta de pelo menos um de seus pais biológicos e provavelmente experimentará alguma instabilidade em mudar da díade biológica para qualquer arranjo que a substitua. E, como explicado acima, a maior parte dos sujeitos do estudo passaram apenas alguns anos com pais do mesmo sexo, o que torna provável que seu arranjo familiar mudou mais de uma vez e, assim, resultou em uma infância instável.

Ademais, dado que o estudo é um retrato de um período de tempo que precedeu a legalização do casamento homossexual (em alguns estados), alguém poderia especular que o estigma social teve seu papel nos dados de Regnerus, e que tal estigma terá um efeito menor em pesquisas futuras. De fato, poder-se-ia afirmar que o estudo de Regnerus poderia ser utilizado para justificar o casamento gay no sentido de que desaprovação social é casais gays não-casados gera a própria instabilidade que leva as crianças a passar por experiências negativas: o casamento de parceiros gays leva ao melhoramento da estabilidade familiar e, portanto, é benéfica para as crianças. Considero isso como um passo muito avançado – o alto índice de divórcio entre os gays não indica que casais homossexuais serão em breve um modelo de estabilidade –, mas pode merecer alguma reflexão.

O estudo de Regnerus é um sucesso na medida em que responde à questão fundamental se crianças educadas por casais homossexuais são diferentes: está claro que sim, e não é preciso uma opinião conservadora para ver que “diferentes” significa, quase sempre, “pior”. É discutível, todavia, se isso é culpa das famílias homossexuais ou da instabilidade. De fato, a maior conclusão do relatório não é de que famílias homossexuais sejam negativas, mas mais uma afirmação de que famílias biológicas intactas são uma positivas. De modo simples, se você quer que seus filhos tenham uma vida melhor, você deveria tê-los dentro de um matrimônio e mantê-lo firme. Mas isso nós todos já sabíamos.


  Palavras-chave: homossexualismo

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   Comentários (38)

filhos criados por homosexuais
não considero válido a pesquisa pois os filhos criados por homossexuais são mais inteligentes.


Enviado por: luiz dos santos mustafa  |  Data: Qua, 24/05/2017 às 12h48   

Para Pedro Silva
Seu texto está um pouco ilegível na parte onde você fala quais são os comentários, pois está de duas maneiras diferentes na hora que você opinou.
P.S: Isso não tem nada a ver com o tema, era só pra avisar mesmo.
Os textos a seguir estão apresentados em três partes: uma com a realidade, a outra com uma situação hipotética caso a primeira não existisse e a ultima a minha opinião.
1º Mesmo que a mentalidade de pessoas que praticam coisas como: assassinato, roubo, bullying, ofender (mesmo sem intenção), entre outras coisas ruins, esteja errado, ela existiu, existe e continuará existindo, por isso quando digo que uma criança pode ter problemas causados pela ausência de pais com uma relação “normal”, não é porque eu digo que é errado, é porque grande parte acha que é errado e continuará achando que é errado, e então fazendo coisas ruins com quem prática uma relação homosexual e com suas crias.
2º Caso o preconceito contra homosexuais desaparecesse, não haveria roubo, assassinatos, desigualdades e nenhum tipo de injustiça. Por quê? Simplesmente porque isso é uma realidade utópica, pois sempre houve morte, desigualdade etc. Então uma coisa como “os direitos de um casal homosexual” é muito insignificante perto de questões como: estrupo, tortura, genocídio e fome mundial.
3º Esses são só algumas idéias minhas, mas há muitos outros motivos do porque é uma coisa ruim. Eu não sou preconceituoso, mas sou alguém contra a idéia de família arco-íris, pelo simples fato que a maldade vai atingir as coisas mais vulneráveis, e uma delas são as crianças de casais homosexuais.
P.S: Acredito que seja banal, mas a nossa evolução não foi desenvolvida através de relacionamentos sexuais gays, mas por órgãos que se encaixam perfeitamente entre homem e mulher.


Enviado por: Byaku Boss  |  Data: Ter, 09/05/2017 às 23h32   

Quanto preconceito é bobagens juntos.
Normalmente não perco meu tempo respondendo gente idiot@, mas dois comentários me obrigam a isto:
1) comparar crianças nascidas de um casal heterossexual com crianças nascidas de um homossexual.
Ps.: Para o governo dos imbecís isto é possível, a criança apenas não pode ser filha biológica dos dois, mas de um pode. Em caso de lésbicas mais fácil ainda, pois uma deles podem gerar. No caso dos homens barriga de aluguel está aí para isso.
2) Apenas a família tradicional é um ambiente saudável para criança. Pelo amor de Deus né, pelo que eu saiba todas as crianças que estão aí para adoção foram justamente geradas por famílias tradicionais totalmente desequilibradas. Isso sem contar as que não foram para adoção e continuam em famílias tradicionais totalmente loucas.
Para o Lúcio satiro ainda deixo algumas observações:
1-Homosexualidade não é exclusividade da espécie humana, logo pare de cagar pela boca;
2-a função biológica também não é exclusividade dos heteros, já que é possível gerar filhos biológicos de um dos parceiros;
3- A função social é desempenhado muito melhor por casais gay, aceitando em sua família crianças renegadas pelo seu modelo de exemplo;
4-sobre o sexo hetero, até parece que vocês só fazem sexo para procriação, então deixe de ser hipocrita. Inclusive muitas das crianças abandonadas são justamente pela maravilhosa função social dos heteros;
5-Sobre envelhecer sozinho ou não isso é escolha de cada um é vários casais heteros (mais de 50%) estão optando por não ter filhos, tanto que a população está envelhecendo rapidamente, logo não tire conclusões pelos outros, se você tem medo de envelhecer sozinho pq é um mala, isso é problema seu. Em todo caso ter um filho não te garante isso. Quantos pais também vemos por aí abandonados?! O mundo mudou e não há nada que você possa fazer, a não ser aceitar que dói menos. A 50,70 anos atrás negros também não podiam casar com brancos e a historinha era a mesma. Hoje está aí, tirando o preconceito de alguns racistas, é algo totalmente comum hoje(pq normal sempre foi) e o mesmo será com o casamento gay e adoção de crianças por estes casais(sim casais); Sobre a pesquisa ela é totalmente tendenciosa e sem qualquer heurística, comparar crianças adotadas que passaram longos períodos de rejeição e sofrimento em orfanatos e similares com crianças que tiveram amor, carinho e cuidado desde que nasceram é querer comparar um fusca velho com uma ferrari 0km. Claro que estas crianças em muitos casos serão mais problemáticas, afinal possuem diversos traumas que normalmente não vão ter se criadas pelos pais biológicos. Inclusive a própria pesquisa menciona os caso de abusos que com toda certeza foi cometido pelos pais exemplares da maravilhosa família tradicional modelo. Inclusive que a tal pesquisa de quinta não deixa clara, justamente para os retrógrados darem ficarem supondo absurdos, pois se fossem abusos Pós adoção garanto que estaria aí estampado com todas as letras para justificar e apoiar a proibição da adoção por casais gays.

Enviado por: Pedro Silva  |  Data: Sex, 05/05/2017 às 04h59   

Brito, você não leu o texto e isso que é o pior. Não foram apenas duas crianças que foram criadas por casais homossexuais ler de novo:

"Apenas dois dos 175 sujeitos que declararam ter a mãe em um relacionamento lésbico passaram toda a sua infância com o casal, e nenhuma criança estudada passou toda sua infância com dois homens gays."

Enviado por: Marcos  |  Data: Ter, 11/04/2017 às 08h15   

E O NOSSO CRIADOR ?
DEUS É CLARO EM SUA PALAVRA ABOMINANDO QUALQUER TIPO DE RELACIONAMENTO AMOROSO E SEXO FORA DO PADRÃO HOMEM E MULHER E DO CASAMENTO, E O ALERTA E A INDAGAÇÃO É: DEPOIS QUE MORRERMOS PARA ONDE IREMOS??? DEUS PROMETE A SALVAÇÃO DA NOSSA ALMA E A RESSUREIÇÃO DOS MORTOS COM A VIDA ETERNA PARA OS RESSURETOS EM CRISTO, ENTÃO ESSE É UM PONTO CRUCIAL DE ANÁLISE PARA FAZERMOS AS NOSSAS ESCOLHAS. MAS DEUS E CRISTO É SOMENTE PARA OS QUE NELE CRÊEM, SOMENTE PARA QUEM ENXERGA COM OLHOS ESPIRITUAIS.

Enviado por: silvia maria correa de godoy santos  |  Data: Qua, 29/03/2017 às 14h48   

Pesquisa pode ser usada pra fins horrendos
A pesquisa quer comparar filhos criados por pais biológicos, que nunca passaram pela dor do abandono, com crianças criadas em situação de vulnerabilidade, abandonadas e, num certo momento, adotadas por casais homossexuais. Pior de tudo: Há grandes opositores enchendo a boca pra espalhar a pesquisa, sem sequer analisarem o contexto dessas crianças; querem, simplesmente, abastecer o próprio ego, provar a razão.
Mais de 200 entrevistados e apenas dois foram criados por homossexuais, durante toda a infância.
A entrevista é fraca, maldosamente sugestiva e pode, sem pensar duas vezes, ser usada para fins horrendos e injustos.
Prefiro acreditar que o vínculo entre pais e filhos, o tipo de educação e ideologia "plantadas", serão um estopim muito mais importante para a qualidade do desenvolvimento infantil do que a distinção de sexualidade dos pais. Aliás, o foco dos pais não está em ser exemplo de caráter? Porque as referências de macho e fêmea podem ser encontradas, facilmente, em interações sociais de qualidade. Não vamos generalizar; as experiências do desenvolvimento podem ser desastrosas ou maravilhosas para ambos os "times".

Enviado por: Brito  |  Data: Dom, 05/03/2017 às 13h56   

Estudo recente
Estudo recente (publicado em 20 de outubro de 2016) com dados diferentes deste post (para acrescentar na discussão).

https://www.evernote.com/shard/s591/sh/a0e7e0d4-f948-4229-b6fc-c8f9af06ce2c/304dc94b5467beabc1fb58f2d695d623

Enviado por: Willis  |  Data: Sex, 28/10/2016 às 18h19   

Sem lógica
Acho um tanto quanto confuso esse estudo, mas vejamos o que diz quem foi criada por país homossexuais: http://www.semprefamilia.com.br/mulher-criada-por-pais-gays-publica-livro-sobre-o-mal-de-ser-privada-de-uma-mae/

Enviado por: Charles   |  Data: Sex, 23/09/2016 às 13h34   

Quanta ignorância...
Observando a pesquisa e os argumentos usados, achei falho e sem sentido a comparação de filhos adotivos com filhos biológicos...
Sou gay e nasci em uma "família tradicional" que várias pessoas julgam serem perfeitas estruturas. Meu pai biológico me abandonou e minha mãe me criou, nunca tive nenhum contato com a homossexualidade quando criança, alias, muito pelo contrário, simplesmente acho ignorância tentar mesclar "opção" sexual com métodos de educação.Eu futuramente pretendo adotar filhos sim, e vou ensiná-los como minha mãe me ensinou, o foco é a educação e estabilidade da vida dessas pessoas e não os pais delas, se um casal lésbico ou gay ensina mal,a culpa não é do fato de serem homosssexuais e sim de educarem mal, assim como casais heteros podem educar mal, bebem, xingam, incitam o ódio (claro que não todos) perto de uma criança.Parem de se preocupar com a vida dos casais e comecem a pensar em si mesmo e se coloquem no lugar dos outros antes de falar algo. Cu não e lugar de enfiar ***? Pois lhe digo,peito também não,mão também não foi feita para vocês sabem o que e ainda sim fazem...
Não existe verdade absoluta,existe somente aquilo que você aceita como verdade !

Enviado por: Lucas Santos  |  Data: Sex, 02/09/2016 às 09h12   

O dia sucede a noite e o verão sucede o inverno.
O equilibrio dinâmico entre o ativo e o receptivo é a própria estrutura da realidade.
Os corpos trazem no plano biológico macho e fêmea.
A estrutura familiar que não refletir isto em seu plano está condenada à desgraça.


Enviado por: Arquiteto  |  Data: Seg, 20/06/2016 às 10h57   

Não faz sentido comparar filhos adotados com filhos biológicos. Acho que o estudo deveria ter sido feito comparando filhos adotados por gays e filhos adotados por héteros.
Mesmo adotados com pais super amorosos acabam se perguntando por qual motivos os pais biológicos não o quiseram e isso afeta a vida da pessoa mesmo que ela seja criada como um filho biológico.

Enviado por: Isabella  |  Data: Ter, 24/05/2016 às 10h51   

Como é que alguém pode sugerir comparar filhos biológicos de pais que continuam casados, com filhos adotados? Independente se por casal homossexual ou não, crianças adotadas não tem mesmo um comportamento igual ao de filhos biológicos de pais casados, de forma geral. Porém poucas crianças tem essa realidade hoje. As crianças crescem em lares divididos, muitas vezes o pai não está nem aí, e a mãe cria sozinha, ou até mesmo a avó ou qualquer parente. No meu caso por exemplo, não tive um pai pra me criar, ele não quis. Talvez eu apresente alguma desvantagem por isso, mas o foco é que a criança precisa de um lar, e de alguém responsável por ela, que possa dar alguma condição de vida pra ela. Isso vai muito além de ser homens, mulheres, ou um casal.
Bom, se elas não fossem adotadas, elas teriam que ficar no orfanato, e aí, a desvantagem seria menor?? Pensem um pouco! Deixe as crianças receberem amor, só isso. :)

Enviado por: Thais Arantes  |  Data: Ter, 12/04/2016 às 23h47   

Estudo duvidoso
No artigo não há informações sobre em que ocasião se encontravam as crianças criadas por casais homossexuais. Afinal, o abuso que elas sofreram ocorreu antes ou depois da adoção pelos casais homoafetivos? Que tenham passado tempo em lares temporários se dá também por serem crianças adotivas, vindas de situações diversas que não necessariamente estão relacionadas a viverem com casais homossexuais. Outra coisa que não está clara é justamente a diferenciação entre crianças adotadas por casais homossexuais e crianças geradas por reprodução assistida, por exemplo. Aliás, é um tanto quanto óbvio também que essas crianças estejam em desvantagem por virem do sistema, serem adotadas, e de repente se encontram em uma outra situação com a qual podem não estar acostumadas (no caso de um casal homoafetivo). Em suma, o estudo me parece tendencioso e, se não o é, pelo menos este texto aqui é tendencioso ao extremo!

Enviado por: Francine Oliveira  |  Data: Seg, 04/04/2016 às 15h57   

Novo Testamento, juntamente com as primeiras evidências externas dos escritores cristãos do segundo e terceiro século, os autores são Mateus, Marcos, Lucas, João, Paulo, Tiago, Pedro e Judas. Mateus, João e Pedro estavam entre os doze seguidores mais próximos de Jesus



Enviado por: RAFAEL MARCOS GARCIA  |  Data: Sex, 26/02/2016 às 10h53   

Querendo ou não é válido.
http://www.cacp.org.br/estudo-de-mark-regnerus-e-cientificamente-valido/

Esse estudo científico é válido...

Enviado por: Marcos  |  Data: Ter, 09/02/2016 às 17h38   

Estudo compara laranjas com cenouras: pesquisa tendenciosa
O estudo compara crianças nascidas em lares heteroafetivos com crianças ou adolescentes adotados por pessoas homoafetivas (com exceção de duas que nasceram de inseminação artificial em casais de lésbicas).
Se os gays adotam as crianças rejeitadas por alguns casais héteros, depois de anos e anos de abuso e morar em orfanatos, é lógico que tais crianças terão traumas sofridos em seus primeiros anos de vida, quando viviam com seus pais héteros. Agora, falar que os problemas emocionais de tal abuso e rejeição, além de ter que viver em orfanato, é por terem pais adotivos gays é uma premisa tendenciosa e homofóbica. Este estudo é ridículo e cientificamente falho. Mas apela a ignorância de gente que nunca leu um livro de estatística e análise em suas vidas. Triste.

Enviado por: Jesus Feliciano  |  Data: Seg, 08/02/2016 às 02h43   

Premissas equivocadas
Concordo com o colega abaixo, realmente as premissas dessa pesquisa são absurdamente equivocadas.
Partindo do pressuposto de que a pesquisa foi realizada para servir de parâmetro para a discussão sobre a adoção de crianças por casais homossexuais (acho que a discussão nunca será no sentido de retirar a guarda das mães homoafetivas que tiveram filhos por inseminação artificial), a premissa deveria ser: qual é a perspectiva de futuro de uma criança criada por um casal homossexual e qual a perspectiva de vida de uma criança criada em um orfanato?
Mesmo que cheguemos a conclusão de que o arranjo familiar tradicional perfaz um ambiente mais saudável para a formação de pessoas, precisamos aceitar que outros arranjos familiares se impõem naturalmente à sociedade.
E isso se dá pelo mero e simples exercício da liberdade, direito tão caro a todo ser humano.
Não é porque uma criança seria mais saudável ou feliz sendo criada por seus pais biológicos que devemos proibir o divórcio e impor a eles que criem essa criança juntos.
A ausência de liberdade de forma institucionalizada sempre foi e sempre será mais perniciosa ao ser humano do que qualquer arranjo familiar que possa porventura surgir.


Enviado por: Agda  |  Data: Ter, 02/02/2016 às 00h58   

E senhor Lucio Satiro
Sou católica, temho três filhos adultos, respeito todas as crenças e deixei livre os meus filhos para decidirem por qualquer crença, tenho velhos amigos e pessoas de dentro da minha família homossexuais que eu nem desconfiava, e eles não são pessoas nem melhores nem piores do que outro ser humano por causa da orientação. Nem Jesus julgou, por quê teríamos este direito? O simples ato de julgar e cultivar o ódio é um pecado. Vocês não precisam se aproximar delas, mas respeitem para serem respeitados. Somos todos imperfeitos.
Acho a pedofilia, a violência e a extrema falta de amor ao próximo, isso sim, coisas abomináveis na sociedade.

Enviado por: Otília Melo  |  Data: Dom, 10/01/2016 às 04h40   

Senhor CRAUDIO,
Independente do casal ser hetero, trans, homo, o que for, não deve fazer sexo na frente de seus filhos. Isso é crime.
"Imagina se uma criança espia o tal "CASAL" fazendo sexo"
Por acaso o senhor faz na frente de seus filhos? Foi o que me pareceu pelo comentário.
Olhe para seus próprios erros antes de apontar o dos outros. O Brasil tá cheio de problemas maiores do que a sexualidade alheia.
Faço das palavras de Elton Ferreira as minhas: "As crianças adotadas por casais, de homossexuais, são as crianças abandonadas pelos heterossexuais."

Enviado por: Otília Melo  |  Data: Dom, 10/01/2016 às 04h29   

A Inutilidade Social do Sexo Gay
Homossexualismo é a coisa mais nojenta, mais humilhante e mais abjeta que a espécie humana pôde testemunhar. É rebaixar a condição humana quase à animalidade, a bestialidade. O único modelo saudável para o desenvolvimento da criança é o tradicional. É lá que a criança vê pela primeira vez à pluralidade de gêneros, pois o papai é diferente da mamãe e ambos se completam, pois foram projetados um para o outro, o encaixe biológico de sua genitália nos mostra isso. A família tradicional de pai, mãe e filhos é a única a cumprir duas grandes funções no planeta: biológica e social. Biológica ao gerar filhos para renovar as sociedades e assegurar a propriedade conquistada com trabalho, mantendo o domínio humano no planeta. Social ao acontecer dessas pessoas geradas pelo sexo hetero darem estabilidade social ao estudarem e trabalharem em idade produtiva, movimentando a economia dos países e os sistemas previdenciários para sustentaram aqueles idosos que já fizeram sua parte. São enormes os benefícios da família tradicional na formação das sociedades e soberania de uma nação. E o sexo gay, serve para que ? Qual sua função em benefício da coletividade ? NENHUMA. Serve apenas para o prazer particular e egoistico de quem é adepto, mas socialmente é totalmente inútil. Mesmo que hoje os casais heteros façam sexo na maioria das vezes para o prazer, uma hora vão naturalmente querer filhos pois ninguém quer envelhecer sozinho sem ter quem cuide.

Enviado por: Lucio Satiro  |  Data: Qui, 12/11/2015 às 23h14   

É TUDO NORMAL
O bom mesmo seria fazer um estudo, do comportamento de crianças nascidas de casais hetero e de crianças nascidas de "CASAIS" de 2 homens ou de duas mulheres, é mas eu acho q não vai dar né? homem não pode ter filho, e mulher com mulher transando tbém faz um filho né? Mais tirando só esse "PEQUENO DETALHE" é tudo NORMAL.

Enviado por: Botelho Pinto  |  Data: Sáb, 17/10/2015 às 13h38   

Não tem mais jeito
Imagina se uma criança espia o tal "CASAL" fazendo sexo, ué a mamãe da dando o rabo pro papai, ou será o papai q dando o rabo pra mamãe, puxa agora to confuso, quem é papai e quem é mamãe, que coisa mais "NORMAL", né?

Enviado por: CRAUDIO  |  Data: Sáb, 17/10/2015 às 13h19   

Não tem mais jeito
Qdo é q vão entender, q cú é pra cagar e não pra enfiar um pau, e q mulher com mulher tbém não dá, porra parem de querer dizer q isso é normal, não é,

Enviado por: CRAUDIO  |  Data: Sáb, 17/10/2015 às 13h12   

Que estudo mais fragilizado...
Primeiramente quem tem competência para analisar a saúde física e mental de crianças não é "um qualquer" mas sim um psicólogo ou um médico.

Depois: "menos de 2% das crianças de famílias biológicas intactas sofreram algum tipo de abuso sexual, mas o número correspondente às crianças de casais homossexuais é de 23%. Igualmente perturbador é que 14% das crianças de casais homossexuais passaram algum tempo em abrigos temporários, comparado com 2% do total da população americana."

Ora, se a maioria das crianças criadas por casais do mesmo sexo foi adotada, é ÓBVIO que passou por instituições onde a probabilidade de ter sofrido abuso também é maior.

Para este estudo ter um mínimo de credibilidade ele não poderia comparar família adotadas com famílias biológicas mas sim crianças adotadas por casais do mesmo sexo com crianças adotadas por casais do sexo oposto...

Enviado por: André Oliveira  |  Data: Qua, 16/09/2015 às 12h20   

Luciano Lima
Cheio de casais héteros na fila para adotar um bebê novo, branco e saudável, de preferência.
Se eu estivesse num orfanato tudo que eu gostaria seria uma família de bom caráter que me desse amor, atenção e um futuro decente.

(e a sua resposta foi para o comentário do Adriano, certo?)

Enviado por: Karina  |  Data: Ter, 08/09/2015 às 23h36   

Realidade
Tenho 23 anos, fui criado por um casal homossexual e no que isso me afetou? Em absolutamente nada. A educação que tive em casa ressaltava a diversidade e aprendi a respeitar e conviver nesse meio. Nunca tive problemas na escola, com amigos ou até mesmo 'familiares', tudo é questão de adaptação e aceitação do próximo. Talvez em termos o padrão 'ideal' para a educação de uma criança não seja por casal homoafetivo, mas é muito mais viável essa adoção do que deixar a pessoa permanecer em um orfanato! A gente deve reduzir esse ódio e preconceito todo e passar a propagar o amor, que é o que mais está faltando em nossa espécie!

Enviado por: Luciano  |  Data: Sex, 21/08/2015 às 02h13   

VERDADES
SINAIS PROFETICOS
A DEGENERAÇÃO DO GÊNERO HUMANO – O CLAMOR DA TERRA – O AQUECIMENTO GLOBAL – A CRISE HIDRIA – A ADVERTÊNCIA DIVINA - E OUTROS SINAIS...

(JR.33.2) Assim diz o Senhor que faz estas cousas, o Senhor que as forma para as estabelecer (SENHOR é o seu nome) (GN.5.1) No dia em que Deus criou o Homem à sua semelhança; (GN.6.12) viu Deus a terra, e eis que estava corrompida, porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra: (SL.82.5) Eles nada sabem, e nem entendem; (IS.9.16) porque os guias deste povo são enganadores, e os que por eles são dirigidos, são devorados; (SL.106.33) pois foram rebeldes ao Espírito de Deus, e Moisés falou irrefletidamente: (MT.15.14) Deixai-os; são cegos, guias de cegos: (JR.6.14) Curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz! Paz, quando não há paz: (OS.4.2) O que prevalece é só perjurar, mentir, matar, furtar e adulterar, e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios:
(IS.59.15) O Senhor viu isso, e desaprovou o não haver juízo; (EC.28.7) porque a corrupção e a morte estão a cair sobre aqueles que quebrantam os mandamentos do Senhor; (RM.10.30) porquanto, desconhecendo a Justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram a que vem de Deus: (JB.19.37) Eles verão Aquele a quem traspassaram: (JR.50.37) Ai deles! Pois é chegado o dia do seu castigo, (JÓ.19.25) porque eu sei que o meu redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra:
(RM.9.’) Digo a verdade em Cristo, não minto, testemunhando comigo, no Espírito Santo, a minha própria consciência; (2SML.22.23) porque todos os seus juízos me estão presentes, e dos seus estatutos não me desviei: (SL.94.9) O que fez o ouvido será que não ouve? E o que formou os olhos, será que não enxerga?
(MT.8.10) Ouvindo isso, admirou-se Jesus e disse aos que lhe seguiam: (GN.22.1) Eis-me aqui: (AG.2.5) O meu Espírito habita no meio de vós, (LE.2.21) porque há Homem cujo trabalho é feito com sabedoria, ciência e destreza; (IS.28.26) pois o seu Deus assim o instrui devidamente e o ensina:(JB.8.17) Também na vossa lei está escrito que o testemunho de duas pessoas é valido: (LV.17.12) Portanto, tenho dito aos Filhos de Israel:
(IS.24.5) Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto transgridem as leis, violam os estatutos, e quebram a aliança eterna: (SL.82.5) Eles nada sabem nem entendem, vagueiam em trevas, vacilam todos os fundamentos da terra; (SL.78.22) porque não creram em Deus, nem confiaram na sua salvação: (1CO.11.30) Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes, e não poucos os que dormem:
(GL.1.9) Assim como já dissemos, agora repito: (JR.5.21) Ouvi agora isso, ó povo insensato e sem entendimento, que tendes olhos e não vedes, tendes ouvidos e não ouvis; (TS.4.3) pois a vontade de Deus é esta: A vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição: (MT.5.21) Ouvistes o que foi dito aos antigos? (1CO.6.18) Fugi da impureza: Qualquer pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo, mas aquele que pratica a imoralidade, peca contra o próprio corpo: (MT.26.41) Vigiai e orai para que não entreis em tentação; (GL.5.17) porque a carne milita contra o espírito, e o espírito contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura seja do vosso querer:
(1CO.6.9/10) Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: Nem impuros, nem idolatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores, herdarão o reino de Deus: (AP.22.12) Eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras:
(IS.16.14) Agora, porém, o Senhor fala e diz: (RM.8.11) A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detém a verdade pela mentira: (IS.13.11) Castigarei o mundo por causa da sua maldade, os perversos por causa da sua iniquidade, farei cessar a arrogância dos atrevidos, e abaterei a soberba dos violentos; (1TM.4.2) pela hipocrisia dos que falam mentiras, e que tem a consciência cauterizada: (1RS.9.9) porque deixaram o Senhor seu Deus, que tirou da terra do Egito seus pais. E se apegaram a outros deuses e os serviram:
(JÓ.2114) E são estes os homens que disseram a Deus: Retira-te de nós! Não desejamos conhecer os teus caminhos: (JÓ.21.15) Que é o Todo-Poderoso para que o sirvamos? (IS.29.15) Quem nos vê? Quem nos conhece? (2CO.7.22) Por isso trouxe o Senhor sobre eles todo esse mal:
(RM.1.22/)Inculcando-se por sábios se tornaram loucos, (RM.1.25) pois eles mudaram a verdade de Deus pela mentira, servindo e adorando a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente:
(RM.1.26) Por causa disto os entregou Deus à paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de sua relação intima, por outro contrário à natureza: Semelhantemente os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro:
(RM.1.28) E por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável para praticarem cousas inconvenientes; cheios de toda injustiça, malicia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade, e sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais:
(IS.29.15) Ai dos que escondem profundamente o seu propósito do Senhor, as suas obras fazem às escuras, e dizem: Quem nos vê? Quem nos conhece? (MT.23.24) Guias cegos que coais o mosquito e engolis o camelo! (EC.10.32) Quem justificará a alma que peca contra o seu próprio corpo?
(OS.7.13.) Ai deles! Eu os remiria, mas eles falaram mentiras contra mim: (IS.1.4) Ai desta nação pecaminosa, povo carregado de iniquidade, raça de malignos, filhos corruptos; abandonaram o Senhor, blasfemaram do Santo de Israel:
(LC.8.25) Onde está a vossa fé? (JR.14.22) Acaso, haverá entre os ídolos dos gentios, algum que faça chover? Ou podem os céus dar chuvas de si mesmos? (IS.19.21) Onde estão os vossos sábios? (JB.15.22) Se Eu não viera nem houvesse lhes falado, pecado não teriam, mas agora não há desculpa do seu pecado: (IS.1.10) Ouvi a palavra do Senhor, vós, príncipes de Sodoma; prestai ouvidos à lei do Senhor, vós, povo de Gomorra; (JR.4.27) pois assim diz o Senhor:
(MC.12.24) Não provém o vosso erro de não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus? (ÊX.16.28) Até quando recusareis a guardar os meus mandamentos e as minhas leis? (AT.3.19) Arrependei-vos, pois e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados; (1PE.4.3) porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias:
(MC.12.27) Laborais em grande erro: (LV.18.27/28) Não suceda que a terra vos vomite havendo vós a contaminado, como vomitou o povo que nela estava antes de vós; porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra que nela estavam antes de vós, e a terra se contaminou:
(IS.55.11) Assim será a palavra que sair da minha boca: Não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz, e prosperará naquilo para o que a designei: (NM.24.4) Palavra Daquele que ouve os ditos de Deus, o que tem a visão do Todo-Poderoso e prosta-se, porém, de olhos abertos:(EZ.12.11) Eu sou o vosso sinal:

Arnaldo ou Israel




Enviado por: arnaldo ribeiro ou israel  |  Data: Qua, 22/07/2015 às 17h22   

Está mesmo pensando nas crianças?
Se existem filas de casais hétero aguardando adoção, pq existem orfanatos cheios? Pq estes mesmos casais excluem crianças com alguma idade, de etnia diferente, com deficiência, etc. Talvez limitações q casais gays (sim, casais, pq o idioma se adapta à sociedade) também tenham, mas o q denota q o q está em primeiro lugar aí é o preconceito e a discriminação, mesmo q disfarçados. Vale lembrar também q crianças adotadas por gays são vítimas tanto da instabilidade familiar quanto da própria sociedade, q as expõe, julga e condena, gerando problemas futuros.

Enviado por: Weverton Luiz  |  Data: Sex, 17/07/2015 às 01h15   

Vivendo num mundo utópico Elton?
Não é uma questão de preconceito, é fato... É muita vitimização... Isso parece até tática retórica...

Eu mesmo fui adotado por familiares, e isso me prejudicou muito, pois eu como criança não entendia pq outros tinham pais e eu não, eu sofri com isso... Ainda vivi em orfanatos, é sim uma experiência ruin... Hoje sou adulto e entendo que meus tios que cuidaram de mim eram boas pessoas e me ajudaram muito... Mas isso jamais substituíra a figura de mãe e pai... Então é muito mais que simples sentimento de gostar... Crianças não são brinquedinhos, eles tem personalidade, crescem, mudam, questionam... Não se pode achar que tudo é uma questão de "amor" Isso é conversa fiada...

Enviado por: Jeph Simple  |  Data: Dom, 28/06/2015 às 01h13   

Figuras
O que educa alguém são as figuras, que devem ser a masculina e a femenina, não sou contra o casamento gay, mas educação de crianças por esse modelo ainda estamos distantes de afirmar alguma coisa e aí penso que os mecanismos criados pela natureza devem ser observados com mais atenção e investigação.

Enviado por: O Ratier  |  Data: Dom, 14/06/2015 às 03h23   

Um completa o outro
De fato ha muita controvérsia, entretanto na natureza, sempre ha presente a mãe e o pai, e isso é fato, dizer que tal grupo ou aquele grupo diz que ta cheio de amor não é condição para se adotar uma criança e cria-la, gostaria também de dizer que a maioria das crianças abandonadas nos orfanatos são de meninas e mulheres que tem gravidez indesejada, diga de passagem muitos jovens e isso é crescente, infelizmente nossas crianças estão em desvantagens,como diz o estudo,só iremos ver tal prejuizo daqui a 10,20,30,40 anos em uma sociedade sem o conhecimento da maternidade e paternidade, existe outros varios estudo que mostram tal caminho para crianças infelizes e adultos fracassados.

Enviado por: jadiel santos e silva  |  Data: Sex, 24/04/2015 às 02h16   

O amor não tem cor, sexo, religião.... o amor tem doação.
Estou impressionado com o preconceito do autor desse texto e com alguns comentários dos leitores. Latinos não podem ser brancos? Gays não podem amar e educar uma criança? Poderia dar uma palestra aqui, mas seria muito prolixo e pouca gente leria. Então, vou resumir: As crianças adotadas por casais, sim casais, não dupla,de homossexuais, são as crianças abandonadas pelos heterossexuais. O que é melhor para uma criança, ser amada e cuidado por um casais homoparental ou ser abandonada, sem carinho, em um orfanato?

Enviado por: Elton Ferreira da Silva  |  Data: Dom, 05/04/2015 às 02h53   

Nada é tão simples quanto parece (e nem tão complicado)
Se for para focarmos em questões biológicas, é simples, reprodução sexual dentro da espécie humana envolve um ser do sexo feminino e um do masculino, ambos férteis, independente de terem 13 ou 50 anos. Mas o cunho dessa discussão é completamente moral, e não biológico.

A espécie vai muito bem obrigada porque homossexualidade é uma opção entre várias. Estudos em humanas são muito mais vulneráveis do que estudos em ciências exatas, porque o número de variáveis é quase infinito.

Quem me garante que os problemas gerados na criação de uma criança em um lar com pais homossexuais não são ao menos em parte gerados pela própria resistência da sociedade em aceitar esse modelo, tornando todo o ambiente mais hostil para essas famílias do que para uma família heterossexual?

Nesse caso, parece justo atribuir toda a culpa aos casais (casais sim, pois o léxico muda constantemente independente da vontade individual) por não se obrigarem a adequar-se aos padrões já estabelecidos, mesmo que a escolha deles não fira os direitos de mais ninguém? A comunidade seria isenta da culpa, ao não permitir que estes casais se insiram nela em pé de igualdade com outros casais?


Enviado por: Jaqueline  |  Data: Ter, 31/03/2015 às 19h43   

MARIA DA GLORIA VC ESTA ERRADA
O seu argumento cai por terra, pois conheço bem de perto a realidade das adoçoes e sabemos que existem filas de casais hetero que querem adotar, se não houvesse até que justificaria sua resposta. O problema esta na burocracia para adoção. Agora sabendo que existe filas de casais hétero querendo adotar então perguntaremos a quem mais tem direitos que são as crianças. Pergunte a ela se ela querem ter um pai e uma mãe e dois hétero ou o contrario. Experimente, vá a um orfanato e vera em alto e bom som que o sonho dessas crianças é ter um pai e uma mãe.

Enviado por: Luciano Lima  |  Data: Qua, 17/09/2014 às 10h55   

O ARTIGO PROVA QUE O ATIVISMO GAY É CALCADO EM SOFISMAS
O termo HOMOSSEXUALISMO foi abolido pela "ciência" gay, apenas. Ou alguém de sã consciência ainda acha que é saudável, por exemplo, o sexo em ambiente fecal? Isso vale para supostos "fodões" heterossexuais, que se acham os machões, só porque "traçam" mulheres em sexo anal.

Enviado por: Joel Carvalho  |  Data: Qua, 16/07/2014 às 14h47   

Casais são duas - não 3, 5 ou 27 - pessoas
O texto usa termos pouco usuais ou compreensível pela maior - gay ou não - da população que o lê. Termos como díade (que no Brasil do autoritarismo até linguístico teria de ser "díada", como estudanta, jornalisto, presidanta) e zeitgeist. Também demonstra uma classificação racial diferente da portuguesa, brasileira ou luso-falante, onde quem é "latino" não é "branco" e vice-versa. Mas o maior erro do texto - de novo linguístico mas com seríssimas ainda que despercebidas repercussões sociais - é falar em "casais gays". Não existem casais gays. Gays são justamente os que se sentem mais a vontade se unindo com pessoas do mesmo sexo e não em "casais". Não está em questão se a gente gosta ou é a favor ou contra isso. Só não podem ser um "casal". Não por não terem o direito de terem um novo termo ou um novo sentido. Mas pelo simples fato de, em o fazendo, estaremos - ainda que sem perceber - acabando com o sentido que a palavra já tem. E isso além de não ser bom - já que o que significa tudo, na verdade, perde o sentido, não significa nada e a gente não precisa de palavras que não signifiquem nada - tampouco é necessário ou útil. Para ninguém. Senão, assim, como não precisa ser entre um homem e uma mulher,"casal" vai poder ser também três, nove, 33, qualquer - logo nenhuma - coisa. È o mesmo que estamos fazendo - também sem perceber, repetindo como macacos - com o verbo. Ora, casado se "é" ou não se "é". Não há nada de errado querermos usar o termo "estar". Fora o fato de, neste mesmo ato, estar acabando com o significado -e o que não existe sequer como conceito ou ideia não tem como existir no mundo real - do próprio casamento e o que o diferencia de qualquer outra união, precária, temporária ou instável: a definitividade, às vistas a perpetuação ! Se casar passar a ser "estar", como se "está" molhado, com fome, dirigindo ele passará a ser necessariamente e até por definição algo que não pode ser constante ou duradoura, algo "circunstancial". E ninguém percebe isso. Com relação a duplas (duplas são apenas dois e não necessariamente um casal) e não casais (ter elas não podem) "criarem" filhos, penso que,como em qualquer outra circunstãncia, quer entre homo ou heterossexuais a prioridade e o ponto de partida devem ser o interesses da criança. Nunca dois país. Não podemos esquecer que até os gays, a quem queremos garantir o maior número de direitos possíveis, até eles, que se julgam discriminados ou persegudos, prejudicados,até eles, tiveram o direito de ter um pai e uma mãe. Nem deles ninguém casou este direito ou decidiu liberalmente e sem pestanejar ou sentimento de culpa que não podiam ou não teriam. Por que estas outras crianças não teriam, então, o mesmo direito? Crianças não são feitas - e não podem ser fabricadas - só para fazer feliz os adultos. Sejam eles quem forem, homo ou heterosseuxuais. Não podem ser tratadas como objetos ou ter seus direitos e sua segurança, sua integralidade e integridade, postergados a pesquisas futuras. Como no caso dos transgênicos, o princípio tem de ser o da precaução. Se nem Deus permitiu que eles tivessem filhos, como nós, vamos passar por cima dele e só depois fazer pesquisas, como se seres humanos em idade de desenvolvimento fossem cobaias, para ver se está dando ou deu tudo certo ? Penso que os homossexuais tem o direito de dar amor a quem quiserem. Mas isso não pode significar condicionar o desenvolvimento psicossocial de uma criança - que pode ser até outro homossexual, então, defendê-la não é necessariamente não defender, também, os homossexuais. A agente garante o das crianças primeiro e se pudermos. Se não pudermos, também não vamos arriscar atrapalhar. E os homossexuais façam o que quiserem de suas vidas e sejam o mais felizes que possam. Só não usem crianças que tem no mínimo igualdade com eles em termos de direitos -e os que eles não tiverem não foi porque nós, liberalmente e de caso pensado, nos sentimos no direito de cassar e sim por questões biológicos ou de natureza e pelas quais nós, sociedade, não somos responsáveis - para fazer isso.

Enviado por: Jéfferson  |  Data: Sex, 27/06/2014 às 10h01   

Maria da Glória
O termo Homossexualismo foi abolido, pois está provado que não se trata de uma doença.

Diante do seu comentário sobre 'familia tradicional'. Apenas uma frase: "Casais Homosseuxais adotam crianças abandonadas por casais Heterossexuais.
Creio que o sofrimento por crescer sem uma familia pra te dar suporte é bem maior do que o de ser criado por um casal que te ama e que quer te dar uma vida. Vale ressaltar que nenhuma criança nasce acreditando que duas pessoas do mesmo sexo não podem se amar, casar e criar uma familia, este é um pensamento que é disseminado pela sociedade tradicionalista, que fecha os olhos para o mundo e pensa no próprio umbigo, tá na hora de abrir os olhos, e a mente. Se você acha que é melhor deixar uma criança à mercê do destino, do que dar uma vida à ela, uma perspectiva de futuro, você é um monstro, mas pra você pouco importa, você tem seus filhos, seu marido, sua familia perfeita, de que lhe interessa uma criança abandonada num orfanato não é? EXISTEM CRIANÇAS EM ORFANATOS PEDINDO AMOR. EXISTEM CASAIS HOMOSSEXUAIS QUE TEM AMOR PARA DAR.

Enviado por: Adriano  |  Data: Dom, 18/05/2014 às 13h27   

O homossexualismo não está de acordo com a Natureza, e nunca contribuirá com a perpetuação da espécie humana, segundo o tripé biológico pai-mãe-filhos. Parece maquiavélico isso? Mas, é a dura verdade! A família formada por homem e mulher é o modelo criado por Deus e que está na raiz de nossa espécie. O papel social e o direito à autodeterminação de qualquer ser humano devem ser resguardados. Mas, estou convicto de que, mesmo que os gays não considerem a geração biológica essencial, a mesma é para a perpetuação da espécie humana.

Poderão ter filhos (por inseminação artificial ou adoção) fora de suas uniões, mas nunca se realizarão num filho gerado de suas entranhas pelos dois, em sua união. Podem desdenhar esse fato, dar de ombros para isso. Mas, no fundo, todos sabem que isso mexe com nosso interior. Essa realização é o eixo em torno do qual giram todas as famílias humanas, e o homossexualismo não contempla esse eixo, causando, no futuro, imensos sofrimentos e decepções.


Enviado por: Maria da Gloria Linares  |  Data: Sex, 07/03/2014 às 21h42   




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   Sobre mim
   Johannes G. Janzen é professor de engenharia na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Possui doutorado em Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo com período sanduíche na Universidade de Karlsruhe, Alemanha. Tem experiência na área de Engenharia Civil e Ambiental com ênfase em Fenômenos de transporte e Hidráulica.

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