Johannes Janzen


  S E X T A - F E I R A ,   2 3   D E   M A R Ç O   D E   2 0 1 2


Durante uma entrevista ao PopEater.com, Brian Johnson, o frontman do AC/DC, disse: "... Jesus era um homem inteligente. Não era o filho de Deus".

Infelizmente existem muitas pessoas que desconhecem as Escrituras e possuem a ousadia de realizarem afirmações como a de Johnson.



Ben Witherington, durante sua entrevista à Lee Strobel (registradas no livro "Em defesa de Cristo"), fornece diversas evidências de que Jesus estava convicto de que era Deus.

Apresento a seguir duas evidências, citadas por Ben, que talvez não sejam usualmente consideradas pelos teólogos.

Relacionamento com autoridades humanas
"E que dizer de seu relacionamento — se é que podemos chamá-lo assim — com as autoridades romanas? Por que elas o crucificaram? Se ele fosse apenas um sábio inofensivo que gostava de contar pequenas parábolas, como foi que terminou na cruz, principalmente na festa da Páscoa, quando nenhum judeu admite que outro judeu seja executado? Havia um motivo para aquela inscrição acima de sua cabeça: 'Este é o rei dos judeus'... Ou Jesus declarou verbalmente isso ou com certeza alguém achou que ele o fez".

Autoridade superior
"Jesus ensinava de uma maneira radicalmente nova. Ele começava seus ensinamentos com a frase 'Amém, amém, eu lhes digo', o que significa: 'Juro, desde já, que é verdade o que vou dizer'. Isso era completamente revolucionário... No judaísmo, era preciso o testemunho de duas pessoas, de forma que a testemunha A comprovava o depoimento da testemunha B e vice-versa. Jesus, porém, era a testemunha da verdade de suas declarações. Em vez de basear seu ensinamento na autoridade alheia, ele o fazia com base na própria autoridade. Temos aqui então alguém que se acha dotado de uma autoridade superior e mais abrangente que os profetas do Antigo Testamento. Ele se achava imbuído não apenas de inspiração divina, como o rei Davi, mas também de autoridade divina e do poder da comunicação direta da palavra descer divina".


  Palavras-chave: Jesus, Deus

Enviado por: Johannes Janzen  |  1749 views   

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   Comentários (1)

Concorda a Bíblia com os que ensinam que o Pai e o Filho não são pessoas separadas e distintas?
As palavras de Jesus em João 8:17, 18 são significativas.

Ele diz:

“Na vossa própria Lei está escrito: ‘O testemunho de dois homens é verdadeiro.’ Eu sou um que dá testemunho de mim mesmo, e o Pai que me enviou dá testemunho de mim.”

Jesus mostra aqui que ele e o Pai, isto é, o Deus Todo-poderoso, têm de ser duas pessoas distintas, pois, senão, como haveria realmente duas testemunhas?


Jesus mostrou adicionalmente que ele era um ser à parte de Deus por dizer:


“Por que me chamas bom? Ninguém é bom senão só Deus.” (Marcos 10:18, BJ)

Assim, Jesus dizia que ninguém é tão bom como Deus, nem o próprio Jesus. Deus é bom dum modo que o distingue de Jesus.

Jesus mostrou que ele era uma criatura à parte de Deus e que tinha um Deus acima de si, um Deus a quem adorava, um Deus a quem chamava de “Pai”.

Em oração a Deus, isto é, o Pai, Jesus disse:

“De ti, o único Deus verdadeiro.” (João 17:3)

Em João 20:17 ele disse a Maria Madalena:

“Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.” (Soares [So])

Em 2 Coríntios 1:3 o apóstolo Paulo confirma essa relação:


“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.”

Visto que Jesus tinha um Deus, seu Pai, ele não podia ao mesmo tempo ser esse Deus.


O apóstolo Paulo não tinha reservas quanto a falar de Jesus e de Deus como pessoas distintas uma da outra:

“Para nós, contudo, existe um só Deus, o Pai . . . e um só Senhor, Jesus Cristo.” (1 Coríntios 8:6, BJ)


O apóstolo mostra essa distinção ao usar a expressão “diante de Deus, de Cristo Jesus e dos anjos eleitos”. (1 Timóteo 5:21, BV)


Assim como Paulo fala de Jesus e dos anjos como sendo distintos uns dos outros no céu, assim também o são Jesus e Deus.


Enviado por: Tompson Rogério Vieira  |  Data: Dom, 04/01/2015 às 18h14   




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   Sobre mim
   Johannes G. Janzen é professor de engenharia na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Possui doutorado em Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo com período sanduíche na Universidade de Karlsruhe, Alemanha. Tem experiência na área de Engenharia Civil e Ambiental com ênfase em Fenômenos de transporte e Hidráulica.

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